Descrição

Tinta para Caneta Tinta Nagasawa Kobe INK Pequena Estrela Cadente

Esta tinta é o resultado da colaboração entre Kobe Nagasawa e Kyupo-do.

A visão do mundo do Kyupo-do é expressa através da tinta para caneta de aparo.

[História Fictícia]
- Rua Koberia, a Cidade Portuária que Pode Encontrar por Acaso -
Estava a perseguir um pássaro com um pequeno chapéu quando me vi a vaguear por uma rua que nunca tinha visto antes.

Quando olhei para cima, o pássaro estava pousado na placa de uma loja.

Não — olhando mais atentamente, não era um pássaro verdadeiro, mas um ornamento de metal.

E a placa abaixo dizia:

“Rua Koberia – A Cidade Portuária.”

Desde que o porto se abriu ao mundo, esta cidade acolheu não só a cultura brilhante do Ocidente, mas também a magia — e coisas não propriamente humanas.

Com o tempo, tudo isto se entrelaçou e criou raízes aqui.

O local onde esta mistura floresceu com mais vivacidade é precisamente esta rua: Koberia.

Agora alberga uma variedade de moradores curiosos, cada um ocupado com o seu próprio ofício.

Não é um local fácil de encontrar.

Mas se por acaso vir um pássaro a usar um chapéu, faça bem em segui-lo.

Podes acabar por encontrar a porta de Koberia a abrir-se para ti.

- Candeeiro Hoshi-no-mame -

Há um homem encarregado da manutenção e do serviço dos postes de iluminação ao longo da Rua Koberia.

É o proprietário de uma pequena loja chamada Ryūsei Electric, conhecida pelas suas "Lâmpadas Feijão Estelar".

Na sua montra, fileiras de pequenas lâmpadas coloridas estão cuidadosamente dispostas.

À primeira vista, parecem versões em miniatura dos próprios postes de iluminação que ladeiam a Rua Koberia — reduzidas e delicadamente protegidas por vidro.

E essa impressão não está longe da verdade.

Na verdade, as lâmpadas vendidas nesta loja e as que são utilizadas nos postes de iluminação da Rua Koberia são do mesmo tipo — diferindo apenas no tamanho.

O seu segredo está no filamento: cada um é feito de uma estrela cadente.
Ao contrário das lâmpadas comuns, a luz produzida por um filamento de estrela cadente tem a sua própria cor natural.
Se o componente principal do meteoro for o magnésio, o brilho é azul ou verde; se for sódio, brilha num tom laranja quente.

Quando dá por si a contemplar uma destas pequenas lâmpadas, uma inexplicável sensação de romance começa a surgir dentro de si.

Pode até sentir como se um desejo sussurrado sob o seu brilho se pudesse realizar.

Talvez seja apenas imaginação.

Ou talvez seja algo inerente à própria poeira estelar, entrelaçado na luz.

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